O que são doenças oportunistas? Como atuam?

Temos, neste site, uma enquete que visa obter os percentuais de pessoas que fizeram o teste para HIV e qual o percentual deu positivo e qual o percentual que deu negativo e outras nuances da questão HIV/AIDS, exames, resultados e consequências .

A enquete é complexa e tem mais de dez opções de respostas diferentes e me chamou à atenção que, apesar de apresentar um percentual baixo, mostra-se preocupante. A resposta é a seguinte:

Sou casado, tive relações extraconjugais, fiz o exame, deu positivo, acredito que contaminei minha esposa e agora não sei como agir!

 

Taxi Girl
Minha vida no Moulin Rouge

Não saber como agir, neste caso, significa medo. Medo de perder a esposa, de perder o apoio familiar, medo do preconceito, um pouco de culpa, a ideia de ter sido apanhado com “a boca na botija”

É um medo natural. Eu passei por coisa similar, com a diferença que eu não era casado e tratava-se, no meu caso, de uma pessoa a quem eu amei muito e que terminou comigo por telefone e me disse coisas horríveis… Meu medo era sobre o que ela me diria por saber que eu poderia ter transmitido a doença a ela, o que não aconteceu, e eu me esquecia da hipótese bastante palpável que poderia ter sido ela a me contaminar, como, na verdade, não foi.

O cerne da questão neste caso não é o que pode acontecer depois da revelação funesta. É exatamente o oposto. É preciso dar à pessoa envolvida, a possibilidade de ter um diagnóstico rápido, para obter a melhor possibilidade de obter o tratamento mais rapidamente e, ainda, quem sabe, a possibilidade de fazer o PEP (Profilaxia Pós Exposição).

É imprescindível que as pessoas se desencapsulem-se de suas egoísticas posições para dar lugar a um determinado senso de responsabilidade que permita, ao outro, a possibilidade de obter o melhor tratamento possível, no menor tempo possível, exatamente como está acontecendo com você agora; qualquer coisa que fuja a isso é irresponsabilidade a mais.

Não entro no mérito da traição, pois este parece ser um esporte muito praticado neste século e no anterior também. De fato eu não sou um pseudo moralista e nem hipócrita para levantar esta bandeira.

A bandeira que eu levanto aqui é a da responsabilidade e da ética.

Bem, faltou responsabilidade ao manter uma relação extraconjugal sem o uso do preservativo. O jeito, então, é fazer aparecer a responsabilidade na hora de cuidar da saúde do “outro”, mesmo que isso represente uma perda amorosa em sua vida, provocada por ninguém mais que você. E não é nem pela relação extraconjugal, é pelo descuido com sua própria saúde que parece estender-se à sua parceira… Vocês precisam abrir o jogo com elas.

Isso é ponto pacífico e não cabe discussão neste sentido.

É um erro grave deixar passar um dia que seja sem comunicar à outra pessoa a situação, beirando à completa irresponsabilidade.

A vocês que responderam à enquete com a resposta já mencionada eu só posso dizer que é tempo e hora de assumir seus erros e suportar as consequências com a devida resignação e comunicarética às pessoas envolvidas, a verdade, doa a quem doer, se eu tivesse uma religião, eu diria, dentre outras possibilidades que chega a ser anticristão tomar uma atitude como esta…

Mas eu nem sei se você é Cristão ou Satanista…

Às mulheres eu aconselharia dose dupla de cautela. Basta dar uma checadinha neste link. Mas leia-o inteiro.

2 comentários sobre “O que são doenças oportunistas? Como atuam?

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